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Fazer poupança ou investimento? Entenda as diferenças de cada opção

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Afinal de contas, é melhor aplicar em poupança ou investimento? Em nossa visão, essa é uma dúvida comum para muitos brasileiros. Por isso, preparamos este post completo sobre o assunto. O nosso objetivo é explicar e esclarecer as principais curiosidades no tema. 

Aqui, você entenderá como escolher entre essas modalidades, conhecendo seus prós, contras e peculiaridades. Além disso, também conhecerá diferentes tipos de investimento, ampliando o leque de possibilidades para a aplicação e valorização do seu dinheiro. Então, não perca tempo e acompanhe!

Como escolher entre poupança ou investimento?

Em nossa opinião, existem dois fatores determinantes na hora de tomar essa decisão. O primeiro é a necessidade de acessar o dinheiro aplicado. Para quem não tem uma reserva de emergência, ou seja, um montante com algo entre 3 a 6 meses de custo de vida, investir pode ser um pouco difícil. 

Afinal, basta um imprevisto acontecer para que você saque os seus investimentos, o que, a depender do ativo, pode diminuir a sua rentabilidade. Por isso, é muito importante identificar a situação do seu orçamento antes de tomar essa decisão. Já o segundo fator é o seu perfil de investimento.

Para os perfis mais conservadores, as opções da renda fixa são as melhores alternativas. Já para os moderados ou arrojados, que aceitam maior exposição ao risco, desde que isso signifique maior probabilidade de retorno, existem as opções da renda variável, como o mercado de ações, por exemplo. 

É por isso que, na hora de investir, seja em poupança, renda fixa, renda variável ou na aquisição de um bem específico, é tão importante começar pelo planejamento, identificando a situação e comparando as possibilidades a partir desse reconhecimento. 

Como funciona o investimento na poupança?

Sem sombra de dúvidas, a poupança é a modalidade mais acessível quando falamos em investimentos. Afinal de contas, quase não existem barreiras de entrada, pois você não precisa de nada além de uma conta bancária para realizar a aplicação. Antigamente, até era necessário ter uma conta específica, a conta poupança. 

Já hoje em dia, boa parte dos bancos, sobretudo os mais novos e modernos, já realizam a rentabilidade da poupança diretamente sobre o saldo da conta corrente. Portanto, nesses casos, basta deixar o dinheiro parado na conta para que ele valorize com o passar do tempo. 

Justamente por conta de toda a competitividade e praticidade injetada pelas fintechs e startups bancárias, investir na poupança é uma atividade, praticamente, livre de custos e taxas. Literalmente, basta deixar o dinheiro parado na conta para que ele se rentabilize de acordo com alguma porcentagem específica.  

Retorno

Geralmente, a taxa de retorno da poupança costuma ser uma proporção da Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira. Conforme a Selic aumenta, mais a poupança paga. Já outros bancos, principalmente os mais novos e modernos, pagam 100% do CDI, o que resulta em um retorno substancialmente mais alto. 

Durante a redação deste artigo, em meados de fevereiro de 2022, existem bancos e fintechs pagando mais de 10% ao ano. Mas o grande diferencial da poupança não é a sua rentabilidade, mas sim a sua acessibilidade. Para aplicar, basta depositar o dinheiro e deixar. Para sacar, basta transferir ou sacar. Simples assim. 

Aplicabilidade

Por isso, a poupança ou até mesmo a conta corrente de novos bancos e fintechs são excelentes para quem deseja acumular uma reserva de emergência. Além de ser uma aplicação isenta de Imposto de Renda, você não sofre nenhuma penalidade pela data de retirada, pois não há compromisso na aplicação. 

Por isso, é uma modalidade que ainda tem seu valor, sobretudo, para acomodar uma reserva de emergência. Assim, caso algo aconteça e você precise acessar o dinheiro, não encontrará nenhum empecilho, bastando acessar a conta e usar o valor, por meio de transferência, saque em espécie ou pagamento de boletos.

Como funcionam os outros tipos de investimento?

Por outro lado, existem outras modalidades de investimento, como as soluções da renda fixa e da renda variável. Abaixo, explicamos em detalhes. Dê uma olhada! 

Renda Fixa

A renda fixa tem esse nome pois sua rentabilidade é explícita na hora do investimento. Entre seus principais produtos, destacamos o CDB, os títulos do Tesouro Direto, as LCIs e LCAs. No geral, são ativos seguros e rentáveis, ainda mais quando contam com a garantia do FGC, o Fundo Garantidor de Crédito. 

Entre esses ativos, existem aqueles que são pré-fixados e os que são pós-fixados. Um ativo pré-fixado informa o quanto renderá logo no momento do investimento. Existem muitos títulos do Tesouro Direto que seguem esse perfil, travando uma taxa de rentabilidade logo no momento da compra. 

Já os pós-fixados são diferentes, pois vinculam a rentabilidade a um índice variante. Por exemplo, é comum existirem ativos pós em que a rentabilidade é IPCA + 1%, ou Selic + 3%. Basicamente, o que significa é que eles pagam o índice registrado no período, que varia, mais a taxa fixa, como demonstrado nos exemplos. 

No primeiro exemplo, IPCA + 1%, esse ativo paga o percentual registrado pela inflação no ano, mais 1%, efetivamente, evitando que a aplicação perca valor de compra. Já a Selic + 3% paga a taxa básica de juros no período mais 3%, favorecendo quem aposta em um momento de alta dessa taxa no mercado. 

Quanto à acessibilidade, boa parte desses ativos podem ser acessados com a abertura de conta em uma corretora de investimentos. Hoje, boa parte dos bancos já fazem esse papel, e oferecem uma interface para a compra desses títulos diretamente pelo aplicativo do seu celular.  

Renda Variável

Por outro lado, existem as várias soluções da renda variável, mas aqui, falaremos apenas das ações do mercado de ações. Em essência, uma ação é um pequeno pedaço de uma empresa listada na bolsa. Comprando uma ação, você compra uma pequena porção dessa empresa, e é beneficiado de acordo com os seus resultados.

Historicamente, quando a economia vai bem e a empresa apresenta um longo histórico de crescimento dos lucros, retração da dívida, e melhora dos resultados, ela atrai a atenção dos investidores, que compram mais dos papéis dessa empresa e elevam o valor da ação no mercado. 

No entanto, a renda variável, como sugere o nome, varia e por isso, não oferece nenhuma garantia. Por isso, é uma alternativa mais adequada para investidores de perfil moderado ou arrojado, que aceitam uma maior exposição ao risco na expectativa de conseguirem retornos mais elevados. 

Para acessar esses investimentos, não tem segredo. Basta abrir conta em uma corretora de investimentos. Nos últimos anos, esse mercado também se aqueceu bastante no Brasil, de modo que é possível encontrar a corretora ideal, de acordo com o seu perfil, patrimônio e posicionamento de mercado.

Leilões

Por último, mas ainda mais importante, vale destacar uma das melhores opções de investimento disponíveis no mercado, mas que não são tão conhecidas assim. Aqui, falamos especificamente da compra e venda de bens negociados em leilões. 

Como todos sabem, essa modalidade oferece preços muito melhores do que o mercado convencional. Para quem está disposto a investir, entre automóveis, máquinas, imóveis e afins, os leilões são oportunidades excelentes para investimento e revenda

Mas claro, isso precisa ser feito com uma plataforma confiável e conhecida por sua qualidade. É por isso que convidamos você a conhecer a Vip Leilões, uma empresa com mais de duas décadas no mercado. Não perca tempo pensando entre poupança ou investimento, e conheça agora as oportunidades dos leilões!

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